A sessão de encerramento e entrega dos prémios das Olimpíadas Portuguesas da Matemática (OPM) decorreu no histórico teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, e contou com oradores de grande importância para o ensino e desenvolvimento da matemática.
Miguel Abreu, presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática, Ana Noronha, diretora executiva da Ciência Viva, Joaquim Marques da Silva, diretor da escola anfitriã, Secundária Domingos Sequeira (e também ele da área das ciências, já que é professor de Física) ou o Ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, foram alguns dos que receberam grandes ovações vindas da plateia.
Mas as palmas mais entusiastas estavam guardadas para os vencedores e foi nesse grupo que se incluiu Miguel Torres, de 16 anos, aluno do 11º do Grande Colégio Universal, no Porto. Miguel foi um dos três premiados com a medalha de ouro na categoria B, a mais avançada, destinada a alunos do secundário, para além de Miguel Martins dos Santos, de Alcanena (que já é repetente nesta história de ganhar medalhas nas OPM), e Pedro Pereira, da escola anfitriã (que prova que o diretor não mentiu quando disse que a Domingos Sequeira conseguia bons resultados). Miguel Torres confessou à Mais Educativa que “não estava nada à espera de ganhar, acho que tive sorte”. O primeiro dia correu-lhe menos bem e “foi o segundo que safou”. Como não há só uma resposta possível para cada um dos problemas, Miguel considera que o segredo “é raciocinar e encontrar o caminho certo para chegar à solução”.
[Foto: João Diogo Correia]




