Uma área transversal, essencial para a qualidade de vida dos seus destinatários. É assim que Lia Jacobsohn, docente da Universidade Atlântica (UAtlântica), descreve a Saúde e, mais concretamente, a Fisioterapia. “Raciocínio clínico eficaz e espírito crítico” é a receita para o sucesso na profissão.
Lia Jacobsohn é coordenadora da Licenciatura em Fisioterapia da UAtlântica, para além de docente de algumas cadeiras, e resume: “o fisioterapeuta tem como objetivo ajudar a atingir a máxima função e qualidade vida dos seus utentes, inserido em equipas multidisciplinares, com responsabilidade profissional”. Para cumprires essas metas, é preciso que tenhas algumas qualidades, como a autonomia, o dinamismo, a capacidade de comunicar e a organização, já que te será pedido que consigas “avaliar, diagnosticar, planear, organizar e intervir nos utentes durante a sua prática clínica”.
Na UAtlântica, afirma Lia, a aposta na vertente prática garante bons resultados e uma formação capaz de gerar profissionais de qualidade: “a sua estrutura curricular aposta numa forte componente prática, com aulas práticas em ginásio com material especializado e estágios clínicos durante os 4 anos de curso nos mais diversos contextos clínicos em que o fisioterapeuta pode atuar”.
E onde podem os fisioterapeutas atuar?
“Na comunidade , ao nível dos Cuidados de Saúde Primários (centros de saúde, recintos desportivos, domicílios), dos Cuidados Secundários ou Diferenciados (hospitais) e dos Cuidados Continuados (unidades de convalescença). O campo de atuação do fisioterapeuta é variado” e, apesar das dificuldades, parece que o mercado ainda precisa de ti, caro aspirante a fisioterapeuta, dadas as carências existentes, “com realce para os Cuidados Continuados”.
E se intervir na promoção da Saúde e no tratamento da doença é o que te vês a fazer, o Superior está à tua espera. Na opinião de Lia Jacobsohn esse é mesmo um passo decisivo – “é através da Licenciatura que o futuro profissional tem acesso às diferentes áreas de intervenção e à realização de estágios clínicos, ao contacto com os utentes em diferentes contextos de intervenção, à aquisição das ferramentas indispensáveis à sua inserção no mercado de trabalho e à opção por áreas específicas a aprofundar em formação pós graduada”.
[Foto: Lia Jacobsohn]



