Hambúrgueres gourmet em 30 segundos

É dia de Jornadas da Comunicação e Criatividade, da Escola Profissional de Comunicação e Imagem (EPCI), o que significa que o Auditório da Secundária de Camões, em Lisboa, vai contar com convidados de várias empresas, prontos a explicar aos alunos como se faz uma carreira de sucesso. Um deles é Nuno Van Uden, sócio de uma cadeia de hambúrgueres especiais… São todos gourmet.

Os dias 22 e 23 de maio são de celebração na EPCI, já que se realizam as Jornadas da Comunicação e Criatividade, com o objetivo de explicar aos jovens a importância de inovar e ser criativo, sob o lema “Pensar Maior”. Para que os conselhos não caiam no vazio, são convidados alguns empresários que arriscaram e ganharam.

A marca H3 provavelmente já te passou à frente dos olhos ou, quem sabe, até do nariz e da boca. Está em Centros Comerciais, o que não foi tarefa fácil para os seus fundadores, e aos poucos foi crescendo, até se internacionalizar. Vende hambúrgueres gourmet (com ingredientes frescos e escolhidos a dedo) e repete-o com orgulho. Nuno Van Uden é um dos sócios da marca e arrancou logo com um aviso aos presentes no Auditório Camões: “vocês achavam que se iam baldar às aulas, mas vem para aqui um cromo dar-vos uma”. Começa por explicar que, na H3, “falamos o dia todo sobre comida, temos uma obsessão por boa comida”. A tal ponto que pensaram numa nova forma de fazer hambúrgueres, à qual chamaram “new hamburgology”.

Em que consiste a new hamburgology?

  • Fazer um hambúrguer com 200 gramas de carne, “um naco a sério”, garante Nuno Van Uden.
  • “A carne é fresca e não congelada, como se faz noutros sítios”.
  • Os hambúrgueres são grelhados com sal marinho, “e não chapados ou prensados”.
  • Os pratos vêm aquecidos e “o cliente é que escolhe se quer bem ou mal passado”.
Prato H3

“Toda a gente achava que era uma loucura, porque o mercado de hambúrgueres estava totalmente dominado pelas multinacionais”. A verdade é que três amigos decidiram juntar-se, abandonar os respetivos empregos e lançar-se no negócio da comida – “nenhum deles tinha experiência em restauração”. Nuno Van Uden garante que, agora, são as grandes superfícies comerciais a querer uma loja H3 no seu interior e que a marca quer ser “fast food na rapidez e no preço, mas não na qualidade dos ingredientes”.

Os alunos da EPCI escutaram atentos e, entre hoje e amanhã, têm mais histórias de sucesso para conhecer. Nuno Alves, do Grupo Cofina, Nuno Lobo, diretor da Box Produções ou Pedro Pinto, jornalista da TVI, são alguns nomes que servem de exemplo para o que se vai passar no Auditório da Escola Secundária de Camões.

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