O que é nacional é bom, ouvia-se há uns tempos num anúncio publicitário. E no caso de “Tabu” é mesmo bom o resultado da mais recente longa-metragem de Miguel Gomes, o português a quem já tínhamos agradecido os bons momentos passados num banco de cinema com “O meu querido mês de Agosto”, em 2008. Ler mais
E não foram felizes para sempre
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